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Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada


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CAPACITISMO

O que significa o CAPACITISMO para pessoas com deficiência?

Rótulos e termos pejorativos como inválido, incapaz, louco, doido, aleijado e muitos outros já foram e continuam sendo usados, ainda que em menor medida, para se referir a pessoas com deficiência. O fato é que o uso desses termos é uma  das formas de manifestação do capacitismo, ou seja, a opressão e a discriminação praticada contra a pessoa com deficiência.

Entretanto, apesar de haver uma denominação adequada para se referir as pessoas com deficiência, uma pessoa não deve jamais ser reduzida apenas à condição funcional de seu corpo. Cada pessoa tem muitas outras características que, juntas, compõem sua identidade. Além disso, pessoas com deficiência têm autonomia, capacidade de trabalhar e tomar decisões, o que não é diferente das demais.

O problema é que o preconceito começa com a cultura de que é preciso ter um corpo prefeito e seguir determinados padrões impostos pela sociedade para que se possa ser aceito. Esse padrão não se aplica à maioria das pessoas, e, quando se trata de pessoas com deficiência, surge um preconceito velado.

Eventualmente, o preconceito pode ocorrer por falta de conhecimento. Por exemplo, uma pessoa pode nunca ter tido contato com alguém com deficiência que tenha autonomia, proatividade e uma vida regular por isso, nos seus pensamentos aparece a imagem de pessoas fragilizadas e dependentes. Mas, quando se busca o conhecimento e visões diferentes do padrão, os pensamentos e as atitudes têm todas as chances de mudar.

Quando isso acontece, há uma mudança de comportamento e mentalidade que ajuda na inclusão de todos, garantindo um tratamento justo aos diferentes grupos da sociedade. O problema, porém, é quando mesmo com essa nova consciência, o preconceito segue sendo o comportamento padrão. Aí temos um caso claro de discriminação.

O capacitismo

De forma resumida, podemos definir o capacitismo como uma atitude preconceituosa e discriminatória que vê a pessoa com deficiência inapta para o trabalho e incapaz de cuidar da própria vida.

É preciso deixar claro que o cérebro cria alguns preconceitos para se defender. Por exemplo, ele sabe que um tigre pode ser mortal, por isso te impede de se aproximar do animal. Seguindo esse raciocínio, a sociedade ainda cultiva alguns preconceitos inconscientes em relação  as pessoas com deficiência, da mesma forma que o cérebro faz com o tigre.

Muita gente exclui ou afasta quem é diferente e não segue um padrão. No entanto, a partir do momento que se tem consciência de que ser diferente é normal, essa atitude de exclusão deve deixar de existir.

Quando o preconceito se torna explícito e consciente, com a intensão de excluir, afastar e ofender  as pessoas com deficiência, por esses serem considerados “inferiores ou incapazes” ocorre a discriminação, conforme a Lei Brasileira de Inclusão, deixa de ser uma simples ofensa e se torna um crime, previsto na legislação e com suas penalidades.

Dentre as leis que estabelecem algum tipo de crime contra as pessoas com deficiência está o Código Penal e a Lei Brasileira de Inclusão. Essa última trata melhor o crime de capacitismo e impõe penalidades contra ele.

Dentre os crimes cometidos, podemos citar:

Discriminar uma pessoa por conta de sua deficiência – isso resulta em uma pena de reclusão de um a três anos e pagamento de multa, podendo a reclusão ter o seu período aumentando dependendo das condições em que o crime foi praticado.

Somente com a mudança do pensamento da sociedade e com o conhecimento sobre o que é a deficiência será possível acabar com o preconceito e com atitudes capacitistas.

Para se informar melhor sobre deficiência, capacitismo e outros assuntos desse universo, acompanhe o blog da Talento Incluir.


fonte: https://talentoincluir.com.br


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Treinamento de Primeiros Socorros para Bombeiros Profissionais Civis

Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada ministrou mais um Treinamento de Primeiros Socorros em Emergências Pré-Hospitalares para Bombeiros Profissionais Civis, incluindo os módulos teóricos e práticos para os seguintes temas:


Introdução ao Atendimento Pré-Hospitalar;

Corrente da Vida;

Aspectos legais – O que não fazer;

Como chamar o Resgate Avançado (em via pública – no local de trabalho);

Informações passadas para o Resgate Avançado no local do acidente;

Equipamentos de proteção individual;

Avaliação da cena, Identificação e análise dos riscos e, Plano de ação;

Isolamento e Sinalização da área (em ambiente externo – em ambiente interno);

Suporte Básico de Vidas;

Nível de consciência;

Avaliação dos sinais vitais;

Reanimação Cardiopulmonar (RCP);

Quando iniciar e quando parar;

Tempo de ouro;

RCP com 02 socorristas;

Diferença nos protocolos para adulto, criança e bebê;

Desfibrilador Externo Automático (DEA);

Como funciona o coração, anatomia e fisiologia básica;

Arritmias mais comuns no atendimento pré-hospitalar;

Tempo de ouro e sobrevida da vítima;

Funcionamento do DEA e aspectos relativos a manutenção periódica;

Capacitação de não profissionais de saúde para uso do DEA;

Segurança e proteção do local e da vítima no uso do DEA;

Relatórios de utilização do equipamento;

Considerações especiais, riscos e dificuldades encontradas;

Diferença entre as principais marcas de modelos de DEA existentes no Brasil;

Posição Lateral de Segurança (PLS);

Desobstrução de Vidas Aéreas por Corpo Estranho (Manobra de Heimliche e Tapotagem);

Atendimento às Urgências Clínicas;

Avaliação do histórico de saúde – Abordagem básica e SAMPLE;

Mau súbitos;

IAM – Infarto Agudo do Miocárdio;

AVE – Acidente Vascular Encefálico;

Crises Convulsivas;

Tratamento de Queimados;

Atendimento a Vítimas de Trauma;

Cinemática do trauma;

Estabilização da coluna – mínimo 2 socorristas;

Colar cervical;

Avaliação física secundária;

Sinais de apoio, respiração, pulso, pupilas, cor e umidade da pele;

Ferimentos, Sangramentos e Hemorragias;

Técnicas de hemostasia;

Estado de choque;

Objetos empalados;

Amputação total de membros;

Torniquete;

Identificação e Estabilização de Fraturas;

Extricação e Transporte de Vítimas Politraumatizadas;

Colocação do colar cervical;

Rolamento de vítimas 90º;

Rolamento de vítimas 180º;

Colocação na prancha;

Extricação de vítimas em pé;


Álém do conteúdo complementar sobre Perigos encontrados e Situações críticas nos atendimentos às emergências pré-hospitalares:

Identificação, avaliação e controle de riscos; Planejamento do atendimento às ocorrências; Acidentes com veículos automotores; Comunicação com a população; Utilização de apoio voluntário; Outros assuntos pertinentes.


PRIMEIROS SOCORROS É MELHOR VOCÊ SABER E NÃO PRECISAR, DO QUE PRECISAR E NÃO SABER!


Viva o Treinamento Continuado e Viva a PREVENÇÃO!!!


#brasilresgate #lazabrasil #brzteam #timenota10


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Curso de Desfibrilador Externo Automático - DEA

Hoje BRASIL RESGATE concluiu mais uma turma de reciclagem do Curso de Desfibrilador Externo Automático para Bombeiros Profissionais Civis, onde tivemos a oportunidade de trocar conhecimentos e reforçar a prática em temas como; 

SBV - SUPORTE BÁSICO DE VIDAS

O que é o Suporte Básico de Vida e Atendimento Pré-Hospitalar.

Corrente da Vida e Psicologia em Emergências.

Acionamento do Resgate Avançado e Informações Passadas.

Equipamentos de Proteção Individual.

Avaliação da Cena, Riscos e Plano de Ação.

Cinemática do Trauma e Mecanismo de Lesão Sugestivo.

Balizamento do Local e Comunicação com a População.

Avaliação da Vítima e Nível de Consciência.

Parada Cardiorrespiratória e Manobras de Reanimação Cardiopulmonar.

Diferenças nos protocolos de atendimento para Adulto, Criança e Bebês.

Posição Lateral de Segurança.

DEA - DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO

Como funciona o coração, anatomia e fisiologia básica.

Arritmias mais comuns no atendimento pré-hospitalar.

Tempo de ouro e sobrevida da vítima.

Funcionamento do DEA e aspectos relativos a manutenção periódica.

Capacitação de não profissionais de saúde para uso do DEA.

Segurança e proteção do local e da vítima no uso do DEA.

Relatórios de utilização do equipamento.

Considerações especiais, riscos e dificuldades encontradas.

Diferença entre as marcas de modelos de DEA existentes no mercado Brasileiro.


*Envie um currículo para o BRASIL RESGATE e venha fazer parte desse Time Nota 10!

#brasilresgate #lazabrasil #brzteam #timenota10

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Integração de Vigilantes Patrimoniais

Nesta última semana fizemos mais um Treinamento Interno de INTEGRAÇÃO de novos VIGILANTES PATRIMONIAIS, onde tivemos a oportunidade de apresentá-los a Cultura Organizacional do Grupo Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada, além de tratar detalhadamente temas relevantes como:

- Estatísticas da segurança privada no Brasil e no mundo.

- Lei Federal 7.102/1983 e Portaria 3.233/2012.

- Missão e função do vigilante, equilíbrio emocional e Qualidade comportamental.

- USO PROGRESSIVO DA FORÇA (UPF).

- O mérito supremo consiste em derrotar o inimigo sem lutar.

- Princípio essenciais para uso da força, legalidade, necessidade, proporcionalidade e conveniência.

- GERENCIAMENTO PROGRESSIVO DE COMPORTAMENTOS INCONVENIENTES (GPCI).

- Planejamento preventivo de ações para Comportamentos Inconvenientes (CI).

- Posicionamento estratégico, visual, comunicação.

- Vigilância, atenção, observação, antecipação.

- Identificação precoce de potenciais CI e Isolamento do raio de ação dos potenciais CI.

- Abordagem preventiva de segurança.

- Percepção precoce do CI deflagrado e Análise do potencial de ação do CI.

- Planejamento da solução inicial, e do problema maior.

- Isolamento da área e raio de ação do CI deflagrado.

- Identificação e eliminação do fator causal.

- Abordagem do CI com técnicas específicas.

- Abordagem verbal e psicológica e Abordagem com diplomacia e autoridade.

- Contenção física (imobilização).

- Não reaja por impulso e mantenha o equilíbrio emocional.

- PRINCÍPIOS DE UMA AÇÃO CRIMINOSA, habilidade, oportunidade e riscos.

- RESPOSTA A EMERGÊNCIAS COM PESSOAS RENDIDAS.

- PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO.

- PRIMEIROS SOCORROS.

- FLUXOGRAMA DE COMUNICAÇÃO DE EMERGÊNCIA.

- ROTINA DE ATIVIDADES DA SEGURANÇA PRIVADA.

- INTEGRAÇÃO COM AS FORÇAS DE SEGURANÇA PÚBLICA.

- RELATÓRIOS DE REGISTRO E INVESTIGAÇÃO DE OCORRÊNCIAS.

- LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS.

- SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

- DIREITO DE RECUSA

- GESTÃO DA ORGANIZAÇÃO E QUALIDADE NO TRABALHO.

- MARKETING PROFISSIONAL E APRESENTAÇÃO PESSOAL.

- GERENCIAMENTO DA SATISFAÇÃO DOS CLIENTES.

Caso queira compor nosso Time de Vigilantes Patrimoniais, envie seu currículo atualizado para lazabrasil.com.br/TRABALHECONOSCO, e teremos todo gosto em te conhecer!

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Segurança nos Trabalhos em Altura com Acessos por Corda - NR35

Segurança nos Trabalhos em Altura com Acessos por Corda - NR35

O que são os trabalhos em altura com Acessos por Corda? Quais principais diferenças entre os trabalhos em altura convencionais e os Acessos por Corda? Qual tipo de trabalhador pode fazer Acessos por Corda? Quem é o Responsável Técnico pela segurança nos trabalhos em altura com Acessos por Corda? Bombeiro Civil pode fazer Resgate em Altura com Acessos por Corda?

Veja essas e outras respostas na contextualização dos Trabalhos em Altura com Acessos por Corda, a qual destacamos abaixo alguns dos principais ítens dispostos na Norma Regulamentadora - NR35, além das Normas Brasileiras ABNT NBR 15475 e NBR 15595.


NR 35 - TRABALHO EM ALTURA

35.1. Objetivo e Campo de Aplicação

35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

35.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.

*Anexo I - Acessos por Corda; 1.1 Para fins desta Norma Regulamentadora considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.

35.2. Responsabilidades

35.2.1 Cabe ao empregador: 

...

b) assegurar a realização da Análise de Risco AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho PT;

...

g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma;

h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;

...

j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;

k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.


Segundo a Norma Brasileira ABNT - NBR 15595, que dispõe sobre Procedimento para aplicação do método de Acessos por Corda, em seu item 3.3.1, SUPERVISOR é o profissional de acesso por corda Nível 3, responsável pela sua equipe de acesso por corda, e por analisar, avaliar e planejar o método a ser utilizado.


Já a Norma Brasileira ABNT - NBR 15475, que dispõe sobre Qualificação e Certificação de Pessoas para Acessos por Corda; uma pessoa Certificada deve estar classificada em um dos 3 níveis abaixo:


NÍVEL 1: Capacitado no mínimo em 40 horas, para exercer trabalhos limitados sob supervisão, e possuir treinamento básico de primeiros socorros.

*No caso de trabalho sobre o mar, deve ser exigida a supervisão in loco do profissional Nível 3. Para trabalhos sobre a terra, pode ser admitida a supervisão remota do profissional Nível 3.


NÍVEL 2: Deve possuir qualificação profissional Nível 1, com um mínimo de 12 meses e 1.000 horas de experiência comprovada, para então ser capacitado em mais 40 horas para Nível 2, para que possa realizar montagem de sistemas de acesso, executar resgate sob supervisão e possuir treinamento de primeiros socorros.

*Da mesma forma, no caso de trabalho sobre o mar, deve ser exigida a supervisão in loco do profissional Nível 3. Para trabalhos sobre a terra, pode ser admitida a supervisão remota do profissional Nível 3.


NÍVEL 3: O profissional certificado para Nível 3, deve ter qualificação profissional Nível 2 com um mínimo de 36 meses, e 3.000 horas de experiência comprovada, a partir da data de qualificação, para então ser capacitado em mais 48 horas como Nível 3, para que possa assumir a Responsabilidade por Projetos, Planejamento e Execução em trabalhos de Acesso por Corda, além de fazer a respectiva Análise de Risco e Resgate Avançado em condições adversas.


Voltando para NR35;

35.2.2 Cabe aos trabalhadores:

a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador;

...

35.4.1.2.1 A aptidão para trabalho em altura deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional (ASO) do trabalhador.

35.4.2 No planejamento do trabalho devem ser adotadas, de acordo com a seguinte hierarquia:

a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução;

b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalha dores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma;

c) medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado.

35.4.5 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.

35.4.5.1 A Análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao trabalho em altura, considerar:

a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno;

b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;

c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;

d) as condições meteorológicas adversas;

e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;

f) o risco de queda de materiais e ferramentas;

g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos;

...

k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador;

l) a necessidade de sistema de comunicação;

m) a forma de supervisão.

35.4.6 Para atividades rotineiras de trabalho em altura a análise de risco pode estar contemplada no respectivo procedimento operacional.

35.4.6.1 Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter, no mínimo:

a) as diretrizes e requisitos da tarefa;

b) as orientações administrativas;

c) o detalhamento da tarefa;

d) as medidas de controle dos riscos características à rotina;

e) as condições impeditivas;

f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários;

g) as competências e responsabilidades.

35.4.7 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho.

35.4.7.1 Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho.

354.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida, aprovada pelo responsável pela autorização da permissão, disponibilizada no local de execução da atividade e, ao final,

encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade.

35.4.8.2 A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade, restrita ao turno de trabalho, podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.


ANEXO I - ACESSO POR CORDAS

2.1 As atividades com acesso por cordas devem ser executadas:

...

b) por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas;

c) por equipe constituída de pelo menos dois trabalhadores, sendo um deles o supervisor.

2.2 Durante a execução da atividade o trabalhador deve e star conectado a pelo menos duas cordas em pontos de ancoragem independentes.

2.2.1 A execução da atividade com o trabalhador conectado a apenas uma corda pode ser permitida se atendidos cumulativamente aos seguintes requisitos:

a) for evidenciado na análise de risco que o uso de uma segunda corda gera um risco superior;

b) sejam implementadas medidas suplementares, previstas na análise de risco, que garantam um desempenho de segurança no mínimo equivalente ao uso de duas cordas.

4.Resgate

4.1 A equipe de trabalho deve ser capacitada para autorresgate e resgate da própria equipe.

4.2 Para cada frente de trabalho deve haver um plano de resgate dos trabalhadores.


ANEXO II - SISTEMAS DE ANCORAGEM

2.2 A ancoragem estrutural e os elementos de fixação devem:

a) ser projetados e construídos sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado;

...

2.2.1 Os pontos de ancoragem da ancoragem estrutural devem possuir marcação realizada pelo fabricante ou responsável técnico.

2.2.1.1 Os pontos de ancoragem da ancoragem estrutural já instalados e que não possuem a marcação prevista nesse item devem ter sua marcação reconstituída pelo fabricante ou responsável técnico.

2.2.1.1.1 Na impossibilidade de recuperação das informações, os pontos de ancoragem devem ser submetidos a ensaios, sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado, e marcados com a identificação do número máximo de trabalhadores conectados si multaneamente ou da força máxima aplicável e identificação que permita a rastreabilidade do ensaio.

2.3 O dispositivo de ancoragem deve atender a um dos seguintes requisitos:

a) ser certificado;

b) ser fabricado em conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes sob responsabilidade do profissional legalmente habilitado;

c) ser projetado por profissional legalmente habilitado, tendo como referência as normas técnicas nacionais vigentes, como par te integrante de um sistema completo de proteção individual contra quedas.

3.1.2 A inspeção periódica do sistema de ancoragem deve ser efetuada de acordo com o procedimento operacional, considerando o projeto do sistema de ancoragem e o de montagem, respeitando as instruções do fabricante e as normas regulamentadoras e técnicas aplicáveis, com periodicidade não superior a 12 meses.

3.2 O sistema de ancoragem temporário deve:

a) atender os requisitos de compatibilidade a cada local de instalação conforme procedimento operacional;

b) ter os pontos de fixação definidos sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado.

3.3 O sistema de ancoragem permanente deve possuir projeto e a instalação deve estar sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado.

5.1 O sistema de ancoragem deve ter procedimento operacional de montagem e utilização.

5.1.1O procedimento operacional de montagem deve:

a) contemplar a m ontagem, manutenção, alteração, mudança de local e desmontagem;

b) ser elaborado por profissional qualificado em segurança do trabalho, considerando os requisitos do projeto, quando aplicável, e as instruções dos fabricantes.


Importante: Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União.


Acesse a íntegra da Norma Regulamentadora NR35 direto no site do Governo Federal, em: 

www.gov.br/trabalho



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Apostila de PRIMEIROS SOCORROS para Leigos

O Brasil Resgate vem mais uma vez disseminar conhecimento, desta vez publicando uma Apostila de Introdução aos Primeiros Socorros para Leigos, podendo ser acessada direto pelo nosso site www.brasilresgate.com.br/apostilaps1. Além apresentar o tema numa linguagem simples e objetiva, ainda contém vídeos demonstrativos, que abordam assuntos como Parada Cardiorrespiratória e Reanimação Cardiopulminar (RCP), Desfibrilador Externo Automático (DEA), Desobstrução de vias aéreas por corpos estranhos, Infarto agudo do miocárdio (IAM), Acidente vascular cerebral (AVC), Crises convulsivas, entre outros.

Primeiros Socorros é melhor você saber e nunca precisar, do que precisar e não saber.

Caso deseje receber uma proposta deste curso presencial para sua equipe, envie-nos uma mensagem por www.brasilresgate.com.br/contato, que teremos satisfação em lhe responder.

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Qual o prazo de validade e garantia do Líquido Gerador de Espuma LGE?

Qual o prazo de validade e garantia do Líquido Gerador de Espuma LGE?

O líquido gerador de espuma (LGE) é um concentrado de espuma sintética que atua como uma espécie de detergente no combate a incêndios de classe A e B, especialmente em hidrocarbonetos e solventes polares.

Conforme a NT 03-06 do CBMERJ, o LGE é de uso obrigatório em áreas onde exista um armazenamento de inflamável / combustível superior a 250 litros, e é utilizado em conjunto com hidrantes, mangueiras e esguichos lançadores de espuma, além da bomba proporcionadora. 

De acordo com as informações dos fabricantes de LGE, o tempo de validade deste produto é bastante longo, podendo ser superior a 15 anos, desde que armazenado conforme as recomendações do fabricante, porém uma dúvida frequente entre os usuários do LGE é sobre a necessidade de manutenção deste produto.

Afinal de contas, LGE precisa realizar manutenção periódica, sim ou não? 

*A resposta é sim.

Embora o certificado de garantia e instruções de uso do LGE fale sobre o tempo de validade do produto, ele deixa claro que a renovação da certificação de garantia do produto deverá ser realizada através de ensaio laboratorial (realizado a cada 12 meses), e ensaio de fogo (realizado a cada 3 anos), ou quando ocorrer reprovação no teste em laboratório, de acordo com a Norma ABNT NBR 15511.

A NBR 15511 preconiza também que os ensaios laboratoriais e ensaios de fogo devem ser realizados por laboratórios especializados (podendo ser indicados pelo fabricante), já que requerem condições e equipamentos específicos e normatizados. O estabelecimento avaliador deve fazer parte da Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaio (RBLE) e ser acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro.

*Além das manutenções periódicas é importante salientar que o produto deve ser armazenado em local apropriado, de acordo com as recomendações do fabricante para o aumento de sua vida útil.

Portanto, fique atento aos prazos e não deixe de realizar as manutenções periódicas necessárias ao LGE de sua planta.

Conte com a Brigada de Incêndio Profissional - Bombeiros Civis do Brasil Resgate para cuidar do seu empreendimento, mas não deixe de fazer a sua parte!

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Obrigatoriedade e Dimensionamento da Brigada de Incêndio e Bombeiros Civis

Sou obrigado a ter Brigada de Incêndio Profissional, com Bombeiros Civis na minha edificação? Qual quantidade de Bombeiros Civis tenho que ter por turno de trabalho - 24 horas?

Quanto a Obrigatoriedade e Dimensionamento da BRIGADA DE INCÊNDIO PROFISSIONAL, formada por Bombeiros Civis, no Estado do Rio de Janeiro, segue abaixo as principais considerações em atenção ao Decreto 42, de 26 de dezembro de 2018 - Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP), do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), dispostas na Nota Técnica "NT 2-11 Brigadas de Incêndio"

*ANEXO D – DIMENSIONAMENTO PARA BOMBEIRO CIVIL - BC*

- Condomínios residenciais com 2 ou mais edificações (A5): Exigido a partir de 10.000m2 de ATC.

- Edifícios comerciais (D1): Exigido a partir de 10.000m2 de ATC.

- Shopping Centers (C3): Exigido a partir de 10.000m2 de ATC.

- Serviços de hospedagem (B1 e B2): Exigido a partir de 10.000m2 de ATC.

- Escolas e Universidades (E1): Exigido a partir de 10.000m2 de ATC.

- Hospitais e Clínicas com internação (H3): Exigido a partir de 10.000m2 de ATC.

- Entre outros.

*"ATC - Área Total Construída", informação esta que pode ser obtida junto às plantas arquitetônicas da edificação, ou mesmo no Laudo de Exigências (LE) ou Certificado de Aprovação (CA) do CBMERJ.

Nota: Há que se considerar que os parâmetros mínimos podem ser superados caso haja entendimento do proprietário da edificação, em função da análise de riscos específica do empreendimento, ou do Corpo de Bombeiros, quando da realização de uma vistoria técnica à edificação feita por Oficial Bombeiro Militar.

Desejando conhecer mais sobre nossos serviços e clientes satisfeitos, acesse www.brasilresgate.com.br, ou se já preferir um contato comercial clique em "CONTATO", e indique o assunto do seu interesse, que teremos satisfação em lhe dar retorno.

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Rondas Eletrônicas - BRZTeam.com

Você quer medir o desempenho e as atividades do seu time operacional, inclusive quando você não está presente no local, ou ainda, saber se estão cumprindo as Rondas preventivas nos locais e horários estabelecidos pela sua gestão?

Conheça os serviços da BRZTeam.com, desenvolvida pelo grupo Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada, com objetivo de fornecer soluções em tecnologia para gestão de segurança.

RONDAS ELETRÔNICAS; aqui é possível cadastrar cada ponto de ronda, assim como definir os horários e itinerários que cada vistoria deve ser realizada, além de pesquisar e visualizar relatórios de execução das rondas, que demonstram e comparam os horários programados com os horários realizados, e as respectivas justificativas para cada caso.

Desejando conhecer melhor nosso sistema, ou obter uma proposta de preços, faça aqui seu "cadastro" e descubra porque a BRZTeam.com está conquistando o mundo com seus serviços.

O sistema de RONDAS ELETRÔNICAS da BRZTeam.com surgiu da necessidade de diversos clientes nossos em monitorar remotamente o trabalho dos Times Operacionais de Vigilantes, Bombeiros, Porteiros, Manutenção, Limpeza e etc., especialmente nos momentos em que o cliente não está no local, tudo isso sendo possível acompanhar em tempo real, “Online” e “Ontime”!

Nosso Sistema de RONDAS ELETRÔNICAS visa garantir que os profissionais de operação estejam no terreno, rondando e inspecionando os espaços diversos, especialmente as áreas sensíveis da edificação, a fim de checar permanentemente os níveis de segurança, e identificar precocemente possíveis Não Conformidades, para que possam ser reportadas e reparadas por quem de direito.

Assim a BRZTeam.com permite que você, Gestor Local, estabeleça os Pontos de Ronda para vistorias, sejam quantos forem, e depois defina quantas vezes e que horas você quer que seu Time Operacional vistorie presencialmente o local, através dos Itinerários e Horários de Ronda.

Tudo isso é possível pelo formato de QRCode, que é impresso e fixado por adesivo em cada Ponto de Ronda, e feito isso, o Time Operacional deverá usar o smartfone para ler os QRCode nos Locais e Horários definidos por você, Gestor Local.

Depois de estabelecer os Pontos de Ronda, os Horários e Itinerários que deverão ser executados pelo seu Time Operacional, bastará você, Gestor Local, acompanhar os Relatórios de Ronda em tempo real, pelo sistema BRZTeam.com, que estará disponível na palma da sua mão.

Nosso sistema ainda permite que o Time Operacional reporte a você, via sistema, todas as Não Conformidades que forem identificadas no decorrer das suas Rondas, e de todo seu dia de trabalho, além de disponibilizar um BOTÃO DE PÂNICO, que poderá ser acionado a qualquer momento, caso haja uma EMERGÊNCIA REAL fora de controle, informação essa que também chegará na palma da sua mão.

E então, quer conhecer o sistema de RONDAS ELETRÔNICAS da BRZTeam.com, ou obter uma proposta de preços? Faça aqui seu "cadastro", e nos envie uma mensagem, que lhes daremos o mais breve retorno.

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Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada

Qual diferança entre Segurança, Vigilante, Vigia e Porteiro?

Qual diferença entre Segurança, Vigilante, Vigia e Porteiro?

Com relação as tarefas que cada uma destas profissões desempenham, é possível observar suas diferenças em atenção à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), sendo Vigilante, Segurança tratados pelo CBO 5173, e os Vigias, Porteiros e afins pelo CBO 5174, ambos disponíveis em https://empregabrasil.mte.gov.br/76/cbo/

Entretanto, legalmente são totalmente diferentes, uma vez que a profissão Vigilante, Segurança é regulamentada pela Lei Federal 7.102, de 20 de junho de 1983, e pela Portaria 3.233, de 10 de dezembro de 2012 (Diretoria Geral do Departamento de Polícia Federal), que dispõe sobre as seguintes atividades de segurança privada: a) vigilante patrimonial; b) transporte de valores; c) escolta armada e; d) segurança pessoal; além dos centros de treinamento autorizados para os cursos de formação, extensão e reciclagem de vigilantes. Ademais, a Portaria 3233/2012 exige, entre outros, que o profissional de segurança privada seja capacitado em curso de formação e reciclagem, realizado em centro de treinamento credenciado na Polícia Federal do Brasil; e ainda tenha sido aprovado em exames de saúde e aptidão psicológica; tenha idoneidade comprovada por certidões negativas de antecedentes criminais, nas esferas Federal, Estadual e Militar; seja empregado de empresa especializada em segurança privada, ou empresa autorizada a constituir seu próprio corpo de segurança orgânica, ambas credenciadas pela Polícia Federal do Brasil; possua Carteira Nacional de Vigilante (CNV), expedida pela Polícia Federal do Brasil; além de ter assegurado o porte de arma, quando em efetivo exercício da função, e prisão especial por ato decorrente do serviço.

Para conhecimento e aptidão, nos cursos de formação e reciclagem dos Vigilantes e Seguranças são abordados conteúdos como; Legislação aplicada a segurança privada e direitos humanos, Relações humanas no trabalho, Sistema de segurança pública e crime organizado, Defesa pessoal, Armamento e tiro, Vigilância, Radiocomunicações, Noções de segurança eletrônica, Noções de criminalística, Gerenciamento de crises, dentre outros.

Além destes, ao ingressar para o Time da LAZABRASIL SEGURANÇA PRIVADA, os Vigilantes e Seguranças ainda recebem integração especializada em Uso progressivo da força (UPF); Princípios essenciais para uso da força, legalidade, necessidade, proporcionalidade e conveniência; Gerenciamento progressivo de comportamento inconvenientes; Posicionamento estratégico, visual e de comunicação; Percepção precoce de potenciais comportamentos inconvenientes e definição dos raios de risco e ação; Isolamento e controle da área e raio de ação do comportamento inconveniente deflagrado; além de Princípios para uma ação criminosa, com habilidades, oportunidades e riscos; Resposta a emergências com pessoas rendidas; Integração com as forças de segurança públicas; Relatório de registro e investigação de ocorrências; Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); Segurança e saúde no trabalho (SST); Equipamentos de proteção individual (EPI); Direito de recusa; Gestão da organização e qualidade no trabalho; e etc.

Já o Vigia, Porteiro e afins, por sua vez, também são profissões de extrema importância, porém, não são regulamentadas por Lei; e atuam principalmente em estabelecimentos e edificações seguros, ou cuja segurança destes empreendimentos é garantida por outras infraestruturas e/ou outros profissionais de segurança privada. Como principais atividades dos Vigias, Porteiros e afins, segundo CBO 5174, é possível destacar; receber, atender e orientar pessoas, quanto ao deslocamento na empresa, às normas e procedimentos; mas também zelar pelo patrimônio, percorrer as dependências da empresa, verificar portas e janelas, observar movimentação/comportamento das pessoas, registrar a passagem pelos pontos de ronda, relatar avarias nas instalações, inspecionar os veículos no estacionamento, monitorar pelo circuito fechado de tv, prevenir incêndios e acidentes, prestar primeiros socorros, chamar a segurança privada se necessário, comunicar-se por sinais e/ou códigos, acionar polícia e corpo de bombeiros, registrar ocorrências, entre outras.

Desta forma, quando o Diretor de Segurança faz seu Estudo de Segurança e Análise de Riscos para elaboração do Planejamento da Segurança de um empreendimento ou operação específica, é fundamental que sejam considerados todos os aspectos internos e externos, assim como os ativos a serem protegidos, os históricos de ocorrências havidas, nível de segurança existente, cultura organizacional, integração com as forças de segurança pública, edificações vizinhas, comunidade local e etc., para que então se defina as características e habilidades necessárias, e o perfil dos profissionais e estrutura que deverão compor o seu amplo sistema de segurança e operação.

Para obter mais informações sobre ESTUDO E PLANEJAMENTO DA SEGURANÇA PRIVADA, acesse nosso site em lazabrasil.com.br/planejamento-de-seguranca

Desejando conhecer mais sobre nossos serviços e clientes satisfeitos, acesse www.lazabrasil.com.br, ou se já preferir um contato comercial clique em "CONTATO", e indique o assunto do seu interesse, que teremos satisfação em lhe dar retorno.

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Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada


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Apostila de Introdução aos PRIMEIROS SOCORROS para Leigos

APOSTILA DE INTRODUÇÃO AOS PRIMEIROS SOCORROS PARA LEIGOS


Protocolo 2020 atualizado pela American Heart Association (https://www.heart.org/) e International Liaison Committee on Resuscitation (https://www.ilcor.org/).


Atendimento Pré Hospitalar (APH).

É o conjunto de procedimentos aplicados no local da emergência e durante o transporte da vítima para um hospital, cujo objetivo é manter a vítima com vida e em situação mais próxima possível da normalidade.


Cadeia da sobrevivência.

É a seqüência em que acontece um atendimento desde o momento do acidente, passando pelo atendimento, até a recuperação da vítima nos cuidados pós hospitalares, passando pelos seguintes pontos:


1. Reconhecimento precoce da emergência

2. Acionamento do resgate avançado

3. Reanimação cardiopulmonar precoce - RCP

4. Desfibrilação precoce - DEA

5. Cuidados intra hospitalares

6. Cuidados pós hospitalares para recuperação do paciente


+Dois pontos são muito importantes:

1) Assim que o socorrista presenciar uma emergência grave, deverá chamar o Resgate Avançado do Corpo de Bombeiros (193) ou SAMU (192).

2) Uma vítima de emergência grave deverá ser removida o mais rápido possível para o Hospital de Emergência mais próximo, seja ele púbico ou particular, preferencialmente através de uma ambulância.


Princípios Básicos do Socorrista.

1) Chamar o Resgate Avançado (Corpo de Bombeiros 193 ou SAMU 192);

2) Garantir a segurança da cena para prestar os primeiros socorros;

3) Passar o maior número de informações para a equipe de Resgate Profissional no local do acidente.


Informações passadas ao telefonista (Bombeiros 193 ou SAMU 192).

Seu nome, número de telefone para retorno de confirmação do chamado, Local Exato com nome, número da rua e proximidades.

Tipo de acidente, número de vítimas e condição das vítimas (nível de consciência). 


Devem ser anotados: o nome do telefonista e o tempo de chegada do RESGATE AVANÇADO. Somente desligue o telefone quando o atendente autorizar.


O que não fazer.

NÃO administrar medicamentos, NÃO usar métodos invasivos, NÃO remover vítimas para o hospital, NÃO declarar óbito e NUNCA dizer que é médico, se não for.


Consentimento da Vítima.

Toda vítima consciente tem o direito de negar o atendimento. O socorrista deve sempre obter o consentimento da vítima para poder colocar a mão e prestar os primeiros socorros. Caso a vítima negue o seu atendimento, chame uma testemunha para confirmar o ocorrido, e confirme que o Resgate Avançado já foi acionado - assim você já estará prestando atendimento.


Informações passadas ao Resgate Avançado no local do acidente.

O que aconteceu, como aconteceu, a que horas foi, como estava a vítima quando você chegou e como ela evoluiu com o passar do tempo.


O Socorrista deverá colher o maior número de informações possíveis, o que irá facilitar muito o atendimento prestado pela Equipe Médica.


Suporte Básico de Vida – SBV.

Suporte Básico de Vida é o conjunto das manobras artificiais de respiração e circulação (Sinais Vitais) aplicadas a uma vítima, quando constatado a ausência de algum desses sinais.


Equipamentos de Proteção Individual – EPI.

Quando o socorrista não conhece o histórico de saúde da vítima, é definido, por segurança, que a vítima está infectada com diversas doenças, até que se prove o contrário. O socorrista deverá se proteger de possíveis infecções pelo sangue ou pelo ar.


Os Equipamentos de Proteção Individual para primeiros socorros consistem no mínimo em: óculos, luvas de procedimento e barreira de proteção facial.


Avaliação da Cena.

A avaliação da cena é a primeira etapa de qualquer tipo de atendimento, seja ele básico ou avançado.

Esta deverá ser feita a distância, de maneira rápida, antes de o socorrista entrar efetivamente na cena do acidente, com o objetivo de identificar possíveis riscos à segurança do local (para o socorrista, para a vítima e para a população), o número de vítimas e o tipo de acidente. 


+Antes de iniciar o atendimento, garanta que a CENA ESTÁ SEGURA!


Avaliação Primária da Vítima – Nível de consciência e Respiração.

O socorrista deve procurar por problemas que ameaçam eminentemente a vida da vítima – SINAIS VITAIS (respiração).


Determinar o nível de consciência da vítima - AVI.

Coloque uma de suas mãos sobre a testa da vítima e a outra no ombro oposto a sua posição, e provoque os estímulos do “AVI”.


A – Alerta (olho no olho da vítima)

V – Verbal (chame a vítima para ver se ela responde)

I – Inconsciente (vítima que não responde aos estímulos de voz)


*Caso a vítima esteja Inconsciente, procure por sinais de Respiração e CHAME IMEDIATAMENTE o Resgate Avançado (Bombeiros 193), esta vítima está em estado grave


Avaliação primária da respiração.

Coloque uma mão próximo a boca e nariz da vítima, e a outra mão ao abdomen e, observe por 5 segundos se existe passagem de ar ou movimentação da barriga.


A VÍTIMA RESPIRA ???

- Se SIM, coloque-a na Posição Lateral de Segurança.

- Se NÃO, inicie a Reanimação Cardiopulmonar (RCP).


*Caso a vítima não apresente movimentos respiratórios, inicie a RCP!!!


REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR (RCP).

É o conjunto de técnicas de compressões torácicas associadas com insuflações, para levar oxigênio ao organismo da vítima de Parada Cardiorrespiratória.

 

Caso não possua barreira de proteção respiratória, ou não seja treinado para as ventilações mecânicas, faça apenas as COMPRESSÕES TORÁCICAS em não menos que 100 compressões por minuto. (VÍDEO DE RCP)


Quando iniciar a RCP:

Não respira;

Não tosse;

Não tem pulso carotídeo;

Não se mexe;

Extremidades frias e cianóticas.


Quando parar uma RCP:

Na recuperação da vítima

Na chegada de outro socorrista igual ou mais bem preparado que você

Na exaustão total do socorrista


+Diferenças nos Protocolos de RCP em Adulto, Criança e Bebê.


+RCP com 02 Socorristas.


Com vítima Inconsciente - A VÍTIMA RESPIRA ???

- Se SIM, coloque-a na Posição Lateral de Segurança.


POSIÇÃO LATERAL DE SEGURANÇA.

A Posição Lateral de Segurança é utilizada em vítimas estáveis (Inconsciente, porém, com a Respiração presente), com a intenção de deixar as vias aéreas permanentemente desobstruídas por queda de língua, e prevenindo contra a Bronco-aspiração da vítima. (VÍDEO de Posição Lateral de Segurança)


+IMPORTANTE: caso a vítima possua “SUSPEITA DE LESÃO NA COLUNA CERVICAL” a lateralização deverá ser feita em bloco e, com no mínimo dois socorristas !!!


Desobstrução de vias aéreas por corpo estranho.

Manobra de Heimlich (em crianças e adultos) ou Tapotagem (em bebês com até 1 ano de idade): Utilizada para desobstrução de vias aéreas por corpo estranho.


+Em Crianças e Adultos (VÍDEO Heimlich em Adulto)

+Em Bebês (VÍDEO Tapotagem em Bebê)


CASO A VÍTIMA ESTEJA CONSCIENTE E RESPONSIVA, INICIE O ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS CLÍNICAS.


Abordagem de vítima consciente e responsiva.

Inicie uma conversa com a vítima, visando se apresentar e extrair informações que possam demonstrar o que pode estar acontecendo com a vítima.

- Senhor, meu nome é (xx), sou socorrista e estou aqui para ajudar.

- Qual o seu nome, você sabe o que aconteceu?

- Você já teve isso antes (Emer. Clínicas)?

- Qual parte do seu corpo que mais doi (Emer. Traumáticas)?

- SAMPLE


S Sinais e Sintomas

A Alergias (Sr tem alguma Alergia?)

M Medicamentos (faz uso de algum Medicamento?)

P Problemas de saúde (algum problema de saúde?)

L Líquidos e sólidos (o que comeu ou bebeu nas últimas 24hs?)

E Evento (em seguida, o Socorrista analisa o Evento como um todo)


+Procure observar se a vítima está LOTE (Lúcida e Orientada no Tempo e Espaço).

Vítimas desorientadas inspiram atenção, pois podem se tornar uma vítima inconsciente a qualquer momento.


Nestes casos, coloque a vítima sentada em posição de conforto, se possível, com as costas semi deitadas (45 graus) e pernas flexionadas. 

Procure estabilizar todo o ambiente, para que fique mais confortável a temperatura, iluminação, ruído e etc.

Chame ajuda - Ligue para o Resgate Avançado - BOMBEIROS 193.


Infarto Agudo do Miocárdio - IAM (VÍDEO IAM)

Acidente Vascular Cerebral - AVC (VÍDEO AVC)

Crises convulsiva (VÍDEO CRISE CONVULSIVA)

+entre outras Urgências Clínicas.


ATENDIMENTO A VÍTIMAS DE TRAUMA.

O atendimento a vítimas de trauma exige uma atenção ainda mais especial, para que não aconteçam novas lesões à vítima, durante um atendimento feito de forma inadequada. Por isso, ao se aproximar de uma cena de acidente, procure Avaliar a segurança da cena, mas também, a Cinemática do Trauma e a suspeita de Lesão na Coluna Cervical, ou outros traumas importantes, além de Sangramentos e Fraturas que possam comprometer o estado geral da vítima, até a chegada do Resgate Avançado.


+Durante a Avaliação da Cena e Avaliação da Vítima, caso fique na dúvida se é ou não uma Emergência GRAVE, por segurança, peque por excesso de segurança, e assuma que pode ser uma Vítima GRAVE, então; Acione o Resgate Avançado (BOMBEIRO 193), Isole a área, e caso a cena esteja segura procure não movimentar a vítima.


LEMBRE-SE.

O acidente já aconteceu e a vítima já é vítima. Faça o melhor possível, dentro dos protocolos de atendimento passados em seu treinamento.


+JAMAIS ABRA MÃO DA SEGURANÇA PARA QUE VOCÊ NÃO SE TORNE OUTRA VÍTIMA!


+CASO QUEIRA PARTICIPAR DE UM TREINAMENTO COMPLETO DE PRIMEIROS SOCORROS Á DISTÂNCIA COM O BRASIL RESGATE, acesse brasilresgate.com.br/ead


+DESEJANDO RECEBER UMA PROPOSTA PARA DETERMINADO CURSO, acesse brasilresgate.com.br/contato, e indique o Assunto do seu interesse, que teremos satisfação em lhe dar retorno.


Viva o Treinamento Continuado e Viva a PREVENÇÃO!


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Treinamentos Online das NRs

É possível fazer treinamento das Normas Regulamentadoras - NRs, por ensino a distância - EAD? Quais regras para os cursos online de segurança e saúde no trabalho? Treinamentos práticos das NRs podem ser feitos por ensino a distância ou semipresencial?

O BRASIL RESGATE como empresa especializada em treinamentos de segurança e emergência, relativos às Normas Regulamentadoras (NRs), entre outros, vem por este esclarecer que a NR1 dispõe sobre a realização dos Treinamentos Online, onde o Anexo II trata das "Diretrizes e requisitos mínimos para utilização da modalidade de ensino a distância e semipresencial".

Da NR1, Anexo II;

1 - Objetivo: "Estabelecer diretrizes e requisitos mínimos para utilização da modalidade de ensino à distância e semipresencial para as capacitações previstas nas NR, disciplinando tanto aspectos relativos à estruturação pedagógica, quanto exigências relacionadas às condições operacionais, tecnológicas e administrativas necessárias para uso desta modalidade de ensino."

2.1.1 - "A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos."

Já o item 1.7.9.1 da NR1 cita: "O conteúdo prático do treinamento pode ser realizado na modalidade de ensino a distância ou semipresencial, desde que previsto em NR específica." 

Ou seja, caso a NR qual será feita capacitação dos empregados, no seu item "conteúdo prático" não cite expressamente a possibilidade dos módulos práticos poderem ser feitos na modalidade de ensino a distância; necessariamente os módulos práticos deverão ser feitos na modalidade presencial, de modo que, por consequência, o respectivo curso desta NR específica não poderá ser feito totalmente na modalidade de ensino a distância, mas sim semipresencial, ou presencial por completo.

Em tempo, vale lembrar, sempre que a modalidade de ensino a distância ou semipresencial for utilizada, será obrigatória a elaboração de Projeto Pedagógico.

*Entre outros, destacam-se os itens:

1.7.2 - "O tempo despendido em treinamentos previstos nas NRs é considerado como de trabalho efetivo."

4.3 - "Devem ser disponibilizados recursos e ambiente que favoreça a concentração e a absorção do conhecimento pelo empregado, para a realização da capacitação."

4.4 - "O período de realização do curso deve ser exclusivamente utilizado para tal fim para que não seja concomitante com o exercício das atividades diárias de trabalho."

...

Conte com os Treinamentos de Formação e/ou Reciclagem de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) do BRASIL RESGATE, mas também, com nossas equipes de Bombeiros Profissionais Civis e Vigilantes Patrimoniais para cuidar do seu empreendimento, mas não deixe de fazer a sua parte!!

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NÃO USE ELEVADOR EM CASO DE INCÊNDIO

USO DO ELEVADOR EM CASO DE INCÊNDIO

Por que não utilizar elevador em caso de incêndio? O elevador é considerado rota de fuga em caso de incêndio? O elevador pode continuar funcionando após a detecção de um incêndio? O que acontece se eu ou outra pessoa estiver dentro do elevador na hora que o alarme de incêndio for disparado? Quais riscos de utilizar elevador em casos de incêndio?

Em respostas, os principais riscos do uso de elevador em caso de incêndio, mas não limitados a estes, são: 

O duto do elevador encher de fumaça (pondo em risco a respiração das pessoas), mas também arder em fogo (e por em risco a operação do próprio elevador), além do fato de, em momento de pânico as pessoas leigas naturalmente raciocinarem menos, e colocarem mais gente no elevador do que a capacidade permitida, e o consequente risco de queda do aparelho, e etc.

Em resumo, a menos que o elevador da sua edificação seja Projetado, Aprovado e Certificado para uso em casos de incêndio; "EM CASO DE INCÊNDIO NÃO USE OS ELEVADORES, USE AS ESCADAS DE EMERGÊNCIA".

Os elevadores em sua grande maioria não possuem estanqueidade de proteção contra fumaça, logo no caso de incêndio, ele tende a ser rapidamente inundado de fumaça, podendo causar sérios problemas aos seus possíveis ocupantes.

Cabe destacar que os elevadores são dependentes da energia elétrica, e sempre que ocorre um incêndio, uma das primeiras ações é o desligamento da energia, o que fará com que elevadores parem imediatamente, e com isto poderá ser necessário a realização de atividades de salvamento das pessoas que estiverem no elevador, tirando o foco principal e urgente que é o combate ao incêndio.

O elevador é um equipamento, que no caso de incêndio, não possui uma localização favorável ao salvamento, pois normalmente fica próximo ao meio da edificação, e demandará uma equipe especializada neste tipo de resgate, além de equipamento adequado e utilização de no mínimo dois ambientes (o andar no qual a vítima irá sair e o andar no qual esta localizado a casa de máquinas do elevador, caso haja).

Ratificamos que não é qualquer pessoa que pode realizar o salvamento nos elevadores, para tanto sempre tenha a mão e em locais visíveis, os telefones do Corpo de Bombeiros Militar (193) e da equipe de Emergência e Manutenção do Elevador. Somente essas pessoas podem dar o suporte necessário, e retirar pessoas presas no elevador!

E o que dizem as Normas em relação ao uso dos elevadores em caso de incêndio?

O Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP), do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), através da Nota Técnica NT 02 - 08; item 5.9.1.2, dispõe: "c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio do carro no pavimento da descarga, anulando as chamadas existentes, de modo que as respectivas portas permaneçam abertas, sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos."

A Norma Brasileira - ABNT NBR 15.597, item 5.4: "Os elevadores deverão ser equipados com funcionalidades de segurança para o caso de incêndio - Dispositivo específico que garanta a viagem automática do elevador ao andar de saída - Além de possuir chave de acesso e controle para uso dos bombeiros."

Para tanto, é fundamental que todos os sistemas dos elevadores sejam testados e aprovados periodicamente, com destaque para os intercomunicadores, botão de alarme e luz de emergência; além da sinalização de segurança, incluindo "EM CASO DE INCÊNDIO NÃO USE OS ELEVADORES, USE AS ESCADAS DE EMERGÊNCIA".

Em artigo anterior o BRASIL RESGATE expõe os principais fatores de "SEGURANÇA DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA", que pode ser acessado em nossa página https://brasilresgate.com.br/publicacao/?p=portas_corta_fogo ; e entre outros aspectos, descreve: 

"Por isso, mantenham as Escadas de Emergência do seu prédio bem conservadas, não obstruindo-as de forma alguma, e as portas corta fogo fechadas, porém destrancadas."

Conte com a Brigada de Incêndio Profissional - Bombeiros Civis do BRASIL RESGATE para cuidar do seu empreendimento, mas não deixe de fazer a sua parte!

Pratique o Treinamento continuado das pessoas e Viva a PREVENÇÃO!!

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Validade do Curso de Brigada de Incêndio Voluntária

Qual prazo de validade do curso de formação ou reciclagem de Brigada de Incêndio Voluntária no Rio de Janeiro?

Lembramos que o treinamento de Brigada de Incêndio Voluntária no Rio de Janeiro tem validade máxima de 1 (um) ano, conforme o Decreto nº 42, de 17 de dezembro de 2018 - nova legislação do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), que dispõe sobre o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP), especialmente através da Nota Técnica NT 2-11 - Brigadas de Incêndio: 

"5.6.6 O treinamento previsto neste item deve ser realizado em um prazo máximo de 1 ano, a contar da data da formação do BVI (Brigadista Voluntário do Incêndio) ou da atualização anterior."

Outras considerações importantes:

"5.6.4 Para validação, o Brigadista Voluntário de Incêndio (BVI), deve apresentar Certificado de Conclusão emitido por empresa formadora credenciada com currículo do curso de FORMAÇÃO de brigadista voluntário de incêndio, possuindo carga horária mínima de 16 horas aula, com duração máxima de 2 meses e carga horária diária máxima de 8 horas aula."

"5.6.5 O currículo de ATUALIZAÇÃO para Brigadista Voluntário de Incêndio possuirá carga horária mínima de 8 horas aula, com duração máxima de 2 meses e carga horária diária máxima de 8 horas aula."

Em geral, as pessoas passam 50% do seu dia no ambiente de trabalho, com diversas Metas a cumprir (resultados de trabalho, recebimento de suas recompensas...), mas queremos destacar a principal Meta de todas as pessoas, todos os dias, que é "VOLTAR PRA CASA COM SAÚDE E SEGURANÇA, PARA PODER ESTAR COM SUA FAMÍLIA". E é este o propósito que norteia a BRIGADA DE INCÊNDIO!

Conte com os Treinamentos de Formação e/ou Reciclagem de Brigada de Incêndio Voluntária do BRASIL RESGATE, mas também, com nossas equipes de Bombeiros Profissionais Civis e Vigilantes Patrimoniais para cuidar do seu empreendimento, mas não deixe de fazer a sua parte!!

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Estudo e Planejamento da Segurança Privada

O que é e como fazer um Estudo de Segurança; Análise de Riscos e Vulnerabilidades; Planejamento e Plano de Segurança Privada?

Para implantação de um serviço de segurança privada de alta qualidade, faz-se indispensável um estudo prévio do local, realizado por equipe multidisciplinar de especialistas, que em visitas técnicas farão o reconhecimento da área de forma ampla, com avaliação do ambiente externo, passando pelas características da localidade, vias de acesso, perfil populacional, forças de segurança pública e privada, estatísticas de ocorrências da região, além das edificações vizinhas e suas atividades, tamanho dos terrenos e perímetros, muros, estacionamentos, acessos, controles, entre outros.

Em continuidade, para um planejamento de segurança eficaz, a equipe multidisciplinar identifica, classifica e avalia os principais ativos de pessoas, patrimônios e informações, os riscos, vulnerabilidades e pontos sensíveis; departamento financeiro, estoque de informática e tecnologias, galpões logísticos, etc., indo a fundo nos históricos de ocorrências havidas, nível de segurança existente atualmente, estrutura por camadas de proteção que em redundência viabilizem a dissuasão, detecção, demora e derrota das potenciais ações criminosas, além da cultura organizacional e sensação de segurança percebidas, mas também a integração com as forças de segurança pública, edificações vizinhas, comunidade local e imprensa.

Desta forma, o Diretor de Segurança obtem visão ampla dos ativos protegidos, e assim pode desenvolver o planejamento de segurança efetivo, entregando ao usuário um alto grau de confiabilidade para o serviço de segurança privada.

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Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas

Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas

O tráfico de pessoas é um crime grave e uma grave violação dos direitos humanos. Todos os anos, milhares de homens, mulheres e crianças caem nas mãos de traficantes, em seus próprios países e no exterior. Quase todos os países do mundo são afetados pelo tráfico, seja como país de origem, trânsito ou destino das vítimas. O UNODC, como guardião da Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (UNTOC) e seus protocolos, auxilia os Estados em seus esforços para implementar o Protocolo para Prevenir, Suprimir e Punir o Tráfico de Pessoas (Protocolo sobre Tráfico de Pessoas).

O Protocolo para Prevenir, Suprimir e Punir o Tráfico de Pessoas define Tráfico de Pessoas como recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio da ameaça ou uso da força ou outras formas de coerção, seqüestro, fraude, de engano, abuso de poder ou posição de vulnerabilidade ou doação ou recebimento de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tem controle sobre outra pessoa, para fins de exploração. A exploração incluirá, no mínimo, a exploração da prostituição de terceiros ou outras formas de exploração sexual, trabalho ou serviços forçados, escravidão ou práticas semelhantes à escravidão, servidão ou remoção de órgãos.

O Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas foi proclamado pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em sua resolução A / RES / 68/192.


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Animais soltos em áreas indesejadas

Prevenção com Animais Soltos em áreas indesejadas

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO - BRASIL RESGATE

Caso qualquer pessoa identifique a presença de um animal solto em área não apropriada, deverá:

1) Manter distância de segurança e identificar as principais características do animal;

2) Comunicar imediatamente a Central de Controle local e solicitar apoio de pelo menos mais uma pessoa operacional;

3) Manter a calma e isolar a área.

OBS: Caso o animal esteja em local de difícil acesso, ou pareça estar agressivo, ou tenha atacado alguém; "Não tente capturar o animal", mas solicite a Central de Controle local que acione o Centro de Controle de Zoonozes da Prefeitura do Rio de Janeiro (1746) e o CBMERJ (193), informando seu endereço exato, pontos de referência, características do animal, sua localização, e possível incidente havido.

Cabe ressaltar que um animal fugitivo pode estar assustado, devido a estar em ambiente estranho, cercado por pessoas estranhas, e pode atacar para se defender. 

Então mantenha-se calmo, e evite ruídos fortes ou movimentos bruscos!!

Caso o animal esteja em condições de evadir ao local, e não apresente risco para outras pessoas, ou para o ambiente público, ou trânsito, etc., procure facilitar sua fuga, para que ele volte ao seu ambiente de costume.

Caso o animal fuja mas continue representando qualquer risco para terceiros, solicite imediatamente o acionamento do CBMERJ (193).

IMPORTANTE: Caso o animal tenha atacado alguém, proceda com as ações de primeiros socorros, e solicite apoio do Resgate Avançado do CBMERJ (193) ou UTI Móvel particular.

Após adotadas as medidas para prevenção com animais soltos em áreas indesejadas, faça o devido registro no Livro Ata e, caso tenha havido ação de primeiros socorros, proceda também com o Relatório de Ocorrências, além de garantir a comunicação ao Gestor Local.


NÃO TENTE CAPTURAR ANIMAIS SOLTOS, ASSUSTADOS OU QUE TRAGAM RISCO PARA AÇÃO PESSOAL, POIS ISSO DEPENDE DE EQUIPE ESPECIALIZADA, ALÉM DE MATERIAIS DE CAPTURA, PROTEÇÃO E CONTENÇÃO, ESPECÍFICOS PARA CADA TIPO DE ANIMAL.


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Segurança das Saídas de Emergência e Portas Corta Fogo

Portas corta fogo abertas, o impacto na eficiência da pressurização das escadas de emergência, e os riscos do armazenamento indevido de materiais nas rotas de fuga. Como inspecionar, fazer manutenção e cuidar das saídas de emergência, portas corta fogo e rotas de fuga das edificações? Inspeção e manutenção de portas corta fogo.

Já imaginou ter que sair de repente de um local que você não conhece, sabendo que há um incêndio em andamento, e ter que fugir pela Saída de Emergência, com dificuldade para enxergar, respirar e se orientar? Parece difícil, ou angustiante? E se o piso estiver molhado e escorregadio, piorou? E se a rota de fuga estiver obstruída? Pois é, estar nessa situação não é fácil, e por este motivo devemos conscientizar a todos do quão importante são as Saídas de Emergência, e que, uma das principais técnicas de Prevenção é: deixar toda infraestrutura de proteção contra incêndio em perfeitas condições, torcendo que nunca sejam utilizadas, mas prontas para o uso se um dia tiver uma emergência real.

As Saídas de Emergência são entradas para as Rotas de Fuga, que por sua vez são os caminhos mais rápidos e seguros para desocupação de pessoas, na hipótese de uma emergência real. Em edificações verticais, comerciais e residenciais, as Rotas de Fuga normalmente são as próprias escadas de emergência, que conectam todos os pavimentos até o lado de fora do prédio, e geralmente são dotadas de paredes resistentes ao fogo, portas corta fogo, sistema de pressurização de ar, iluminação de emergência, sinalização de segurança, piso antiderrapante, demarcação de solo, corrimão, e etc., com características projetadas para evitar os cenários descritos no início deste artigo, entretanto, infelizmente nos dias atuais ainda nos deparamos com muitos casos de mau uso deste importante sistema de proteção contra incêndio e pânico.

Quando o Brasil Resgate faz suas vistorias preventivas em prédios comerciais e residenciais de muitas das maiores cidades do Brasil e do mundo, infelizmente em pleno século XXI, ainda nos deparamos com cenas como: a) portas corta fogo abertas, escoradas com pesos improvisados ou até mesmo com extintores fora do lugar, b) escadas de emergência obstruidas por lixo, ou restos de materiais usados em reformas prediais, c) pessoas dormindo nas escadas na sua hora de descanso, entre outras. Cabe lembrar que o mau uso das escadas de emergência pode ocasionar incidentes, acidentes com vítimas ou mesmo, em casos extremos, ocorrências fatais de grandes proporções, uma vez que a saída de emergência tinha um complicante que impediu a fuga de 200 pessoas (ou mais) na hora de uma emergência real.

As PORTAS CORTA FOGO abertas indevidamente geram o acionamento frequente dos ventiladores, que mantém as escadas pressurizadas para evitar que a fumaça do incêndio entre, e o consequente aumento na conta de energia elétrica, causando desperdício de recursos, além de não cumprir seu papel preventivo de proteção e segurança das saídas de emergência, aumentando significativamente o risco de penetração de fumaça no interior da rota de fuga, a dificuldade para o abandono das pessoas e, potencializando o risco de mortes durante a desocupação do edifício, especialmente para a população dos andares mais altos.

ESCADAS OBSTRUIDAS geram elevado risco de acidentes, pânico, e podem aumentar consideravelmente o tempo de desocupação da planta, além de provocar vítimas fatais.  

Por isso, mantenham as Escadas de Emergência do seu prédio bem conservadas, não obstruindo-as de forma alguma, e as portas corta fogo fechadas, porém destrancadas.

Todos os prédios tem que ter as Portas Corta Fogo permanentemente fechadas? 

Na maioria dos casos sim. Exceto aqueles prédios que tenham as portas propositadamente abertas e interligadas ao sistema de automação predial, de modo que fechem automaticamente caso o alarme de incêndio seja disparado.

As portas corta fogo devem sofrer manutenções mensais e semestrais de acordo com a Norma - ABNT NBR 11742, conforme segue abaixo:

a) Mensais: devem ser efetuadas verificações do funcionamento automático e funcionamento de todos os acessórios (fechaduras, dispositivos antipânico, selecionadores e travas, etc.). Também deve ser efetuada limpeza dos alojadores de trincos, no piso e batentes, com remoção de resíduos e objetos estranhos que dificultem o funcionamento das partes móveis (dobradiças, fechaduras e trincos); 

b) Semestrais: deve ser efetuada lubrificação de todas as partes móveis e verificada a legibilidade dos identificadores da porta. Devem ser verificadas as condições gerais da porta, quanto à abertura e fechamento em tempo mínimo de 3 segs, e máximo de 8 segundos; assim como sua vedação, pintura ou revestimento, e desgaste das partes móveis, devendo ser providenciada imediatamente a regulagem ou substituição dos elementos que não estiverem em perfeitas condições de funcionamento. 

NOTAS - Para evitar o ataque dos produtos químicos, a limpeza das folhas das portas e do piso ao redor das portas, deve obedecer às instruções do fabricante!

No caso de aplicação de nova pintura, devem ser seguidas as instruções do fabricante, para assegurar a eficácia do tratamento anticorrosivo.

É vedada ao usuário a utilização de pregos, parafusos e abertura de furos, na folha da porta, que podem alterar suas características gerais.

O responsável pela ocupação da planta, síndico ou administrador predial, pode dispor de uma estrutura própria para as manutenções de rotina citadas, porém os serviços que envolvam substituição de qualquer um dos componentes, ou da própria folha da porta, devem ser executados pelo fabricante ou por firmas por ele credenciadas.

Desta forma, embora a manutenção das escadas e das portas corta fogo sejam responsabilidades legais do responsável pela ocupação da planta, todos são responsáveis pela conservação destes sistemas, devendo evitar o mau uso dos mesmos, sob o risco de colocar a segurança de todos em perigo. Por isso, não deixe de fazer a sua parte, mantenha as portas corta fogo fechadas, não obstrua as escadas ou saídas de emergência e reporte qualquer anormalidade identificada para a brigada de incêndio ou para a administração predial.

Conte com a Brigada de Incêndio Profissional - Bombeiros Civis do Brasil Resgate para cuidar do seu empreendimento, mas não deixe de fazer a sua parte!

Pratique Prevenção e Treinamento continuado das pessoas.

#brasilresgate #lazabrasil #melhorsimuladodobrasil


Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada


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Treinamento com Normas de Segurança Contra COVID-19

Com o plano de retomada das atividades, diversos empreendimentos estão reorganizando sua infraestrutura e processos, para que de maneira segura, possam receber novamente seus usuários, e garantir que os ambientes de trabalho sejam efetivamente protegidos contra o Covid-19. 


Neste sentido, o Grupo Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada, em continuidade ao seu Plano de Contingência, vem ministrando para suas equipes o Treinamento de NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA O COVID-19, contemplano ítens como:


a) O que sabemos sobre o Covid-19; 

b) Sinais, sintomas e grupos de risco; 

c) Principais medidas de prevenção; 

d) Equipamentos de proteção individual; 

e) Uso obrigatório de máscaras faciais; 

f) Distância de segurança; 

g) Evite o contato físico; 

h) Higienização frequente; 

i) Prevenção na sala de Segurança/Brigada, vestiários, refeitórios e outras áreas comuns; 

j) Segurança no armazenamento e manipulação do álcool gel; 

k) Atendimento de vítimas com suspeita de Covid-19; 

l) Plano de Contingência – Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada; 

m) Orientações aos usuários do empreendimento; 

n) Prevenção no transporte de passageiros; 

o) Ao voltar pra casa, tenha cuidado para não infectar quem está lá; 

p) Isolamento social ao máximo possível; 

q) Comunicado constante com a administração predial; entre outros.


Caso você também tenha interesse em receber qualquer de nossos cursos, acesse www.brasilresgate.com.br / CONTATO, e nos envie uma mensagem, que teremos satisfação em lhe dar retorno.

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Extintores de Incêndio - Inspeção, Manutenção e Recarga

EXTINTORES DE INCÊNDIO, INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO E RECARGA

Você sabia que quando falamos sobre manutenção anual de extintores, não necessariamente estamos falando sobre recarga? Qual período de recarga dos extintores de incêndio? Extintor de CO2 tem que fazer pesagem? A recarga dos extintores tem que ser anual? O reteste dos extintores com ensaio hidrostático tem que ser a cada 5 anos? O extintor tem que fazer inspeção e recarga quando for utilizado?

Embora o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro - CBMERJ tenha atualizado recentemente sua legislação de segurança contra incêndio, através da publicação do novo Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP), pelo Decreto Nº 42, de 17 de dezembro de 2018; a respectiva Nota Técnica NT2–01 "Sistema de proteção por extintores de incêndio" dispõe os seguintes textos sobre validade e garantia dos extintores: “Os extintores devem possuir marca de conformidade concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação”, e “Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros o prazo de validade/garantia de funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante e/ou da empresa de manutenção certificada pelo Sistema Brasileiro de Certificação”.

No Brasil, a Norma que fala sobre Inspeção, Manutenção e Recarga em extintores de incêndio é a ABNT - NBR 12962/1998, a qual define de forma clara e objetiva as ações previstas para inspeção e também os diferentes níveis de manutenção dos extintores (Níveis 1, 2 e 3).

De acordo com a NBR 12692 a Inspeção é um exame periódico, efetuado "por pessoal habilitado", que se realiza no extintor de incêndio, com a finalidade de verificar se este permanece em condições originais de operação; já a Manutenção é o serviço efetuado no extintor de incêndio, com a finalidade de manter suas condições originais de operação, após sua utilização ou quando requerido por uma inspeção e; a Recarga por sua vez, é reposição ou substituição da carga nominal de agente extintor e/ou expelente.

Extintores de incêndio com carga de gás carbônico e, cilindros para o gás expelente, devem ser inspecionados a cada 6 meses, e os demais extintores a cada 12 meses.

*Nota: Recomenda-se uma maior frequência de inspeção nos extintores que estão sujeitos a intempéries e/ou condições agressivas.

A Inspeção deve ser registrada através de relatório. Todo extintor deve possuir um controle para registro das inspeções e todo controle de inspeção (Ficha para registro das inspeções) deve conter no mínimo as seguintes informações: a) Data da inspeção e identificação do executante; b) Identificação do extintor; c) Localização do extintor; e d) Nível de manutenção executado, discriminado de forma clara e objetiva. 

A manutenção pode ser dividida em três níveis, sendo eles:

- Manutenção de 1º Nível – Manutenção geralmente efetuada no ato da inspeção "por pessoal habilitado", que pode ser executada no local onde o extintor está instalado, não havendo necessidade de removê-lo para oficina especializada.

A manutenção de 1º Nível consiste em: a) Limpeza dos componentes aparentes; b) Reaperto dos componentes roscados que não estejam submetidos à pressão; c) Colocação do quadro de instruções; d) Substituição ou colocação de componentes que não estejam submetidos à pressão por componentes originais; e e) Conferência por pesagem, a carga de cilindros carregados com CO² (Dióxido de carbono).

- Manutenção de 2º Nível – Requer execução de serviços "com equipamentos e local apropriados" e "por pessoal habilitado".

A manutenção de 2º Nível consiste em: a) Desmontagem completa do extintor; b) Verificação da carga; c) Limpeza de todos os componentes; d) Controle de rosca visual, sendo rejeitadas as que apresentarem um dos eventos: I) crista danificada; II) falhas de filetes; III) francos desgastados; e) Verificação das partes internas e externas, quanto à existência de danos ou corrosão; f) Substituição de componentes, quando necessária, por outros originais; g) Regulagem das válvulas de alívio e/ou reguladora de pressão, quando houver; Na verificação do indicador de pressão, conforme 8.2 e 9.3 da NBR 9654/1986; h) Fixação dos componentes roscados (exceto roscas cônicas) com torque recomendado pelo fabricante, no mínimo para as válvulas de descarga, bujão de segurança e tampa; i) Pintura do extintor, conforme o padrão estabelecido na NBR 7195 e colocação do quadro de instruções, quando necessário; j) Verificação da existência de vazamento; k) Colocação do lacre de inviolabilidade, identificando o executor; e l) Exame visual dos componentes de materiais plásticos, com o auxílio de lupa com aumento de pelo menos 2,5 vezes, os quais não podem apresentar rachaduras ou fissuras.

- Manutenção de 3º Nível – Revisão total do extintor, incluindo a execução de ensaios hidrostáticos "em um intervalo máximo de 5 (cinco) anos.”


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Facilities Manager


Dia Internacional do Enfermeiro


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QUAL IMPORTÂNCIA DA BRIGADA DE INCÊNDIO NO LOCAL DE TRABALHO?

Inicialmente cabe destacar que, diferentemente dos Corpos de Bombeiros do Mundo, que trabalham essencialmente aquartelados esperando receber chamados de ocorrências, para então sair e atuar no atendimento às emergências; as Brigadas de Incêndio Profissionais e Voluntárias das empresas ou das comunidades, trabalham 95% do seu tempo com PREVENÇÃO, e 5% do tempo com RESPOSTA A EMERGÊNCIAS. 

Da mesma forma é possível afirmar que "Se houve uma emergência em um ambiente de trabalho, é porque a PREVENÇÃO falhou". E sempre após o atendimento de uma emergência, quando se desenvolve a Investigação do acidente, é identificado; a) qual etapa da PREVENÇÃO falhou, b) como poderia ter sido evitado, c) quais medidas de PREVENÇÃO são necessárias para evitar que o mesmo acidente se repita, entre outras informações.

Assim ressaltamos 3 principais funções das Brigadas de Incêndio, que não podem ser realizadas pelo Corpo de Bombeiros no seu local de trabalho:

I - PREVENÇÃO (no dia a dia);

II - PERCEPÇÃO PRECOCE do início de uma ocorrência;

III - Ações de PRIMEIRA RESPOSTA a emergência no Tempo zero!

Quanto a PREVENÇÃO, sobressaem o Triângulo do Fogo; as Condições e Atos inseguros; a Infraestrutura e a Informação, os quais são observados e disseminados pelas Brigadas de Incêndio todos os dias.

Quanto a PERCEPÇÃO PRECOCE, o simples fato de haver um Brigadista no local, faz com que seu olhar treinado perceba o início de uma ocorrência num tempo muito mais curto do que outras pessoas comuns, de modo que ele possa Identificar e Analisar, para se necessário Acionar o Socorro Avançado, Isolar a Área e prestar ações de PRIMEIRA RESPOSTA a emergência, que no caso de uma Parada Cardiorrespiratória por exemplo, cada 2 minutos de atraso reduzem aproximadamente 20% de chances de sobrevida da vítima... e no caso de um incêndio numa edificação comercial, por exemplo, 5 minutos são tempo suficiente para a ocorrência passar de um Incêndio controlável para um Incêndio fora de controle, com consequente Desocupação predial e Acionamento do Corpo de Bombeiros...

Por fim, é importante ressaltar que a enorme maioria das ocorrências que acontecem todos os dias nos ambientes de trabalho do Brasil e do Mundo, são percebidas precocemente pelas Brigadas de Incêndio locais (seja de dia ou de noite), que por já estarem no local da emergência podem prestar as ações de primeira resposta precoce, garantindo assim maior probabilidade de êxito no atendimento da ocorrência, com menor exposição aos riscos devido ao tamanho da emergência; de modo que as ocorrências possam se resolver sem vítimas graves, ou a destruição de patrimônios e informações, mas também, a necessidade de que sejam divulgadas na mídia, com socorristas heróis e etc.

Cabe lembrar que, em geral, as pessoas passam 50% do seu dia no ambiente de trabalho, com diversas Metas a cumprir (resultados de trabalho, recebimento de suas recompensas...), mas queremos destacar a principal Meta de todas as pessoas, todos os dias, que é "VOLTAR PRA CASA COM SAÚDE E SEGURANÇA, PARA PODER ESTAR COM SUA FAMÍLIA". E é este o propósito que norteia a BRIGADA DE INCÊNDIO!

Para isso, recomendamos aos Brigadistas e seus Gestores que tirem o maior proveito possível todas as vezes que houver o TREINAMENTO CONTINUADO, os EXERCÍCIOS SIMULADOS e os ENCONTROS PERIÓDICOS para manter a Brigada de Incêndio VIVA e ATIVA.

Viva a Prevenção e o Treinamento Continuado.

#brasilresgate #lazabrasil #planodecontingencia


O armazenamento de álcool em gel traz riscos para o local de trabalho?

Segurança com álcool gel nas edificações

Com a chegada do COVID-19, houve o aumento do uso de álcool gel - álcool etílico 70%, por grande parte das pessoas e das empresas no Mundo todo. Por isso, aproveitamos essa oportunidade para destacar a alteração de risco que isso traz para o ambiente de trabalho, especialmente para os locais onde os frascos são armazenados, antes de serem distribuídos nos pontos onde haverá o consumo final. 

O principal perigo que desejamos abordar, é o fato do álcool gel ser um LÍQUIDO INFLAMÁVEL, aumentando o risco de incêndios e explosões, de modo que é recomendável aumentarem também as medidas de PREVENÇÃO, entre outras, no tocante a estrutura e segurança dos locais de armazenagem, mas também ao conhecimento e treinamento, em especial das pessoas que armazenam e manipulam o álcool gel, assim como de todos os ocupantes da planta, além das equipes de primeira resposta profissional e voluntária.

Cabe destacar que as empresas responsáveis pela operação com produto (armazenamento e distribuição) são responsáveis por treinar seus colaboradores e fornecer as medidas de proteção coletiva e individual necessárias para um trabalho seguro.

No Brasil a SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS é tratada pela Norma Regulamentadora NR 20, do Ministério do Trabalho, onde são dispostas as medidas de controle para fabricação, manipulação, transporte, armazenamento e disposição dos produtos; porém as quantidades máximas permitidas para armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis podem variar de uma edificação para outra, de modo que são identificadas nas respectivas Notas Técnicas específicas dos Corpos de Bombeiros de cada estado. 

Desta forma, recomendamos sempre que uma edificação pretenda alterar o uso de qualquer espaço (inclusive para armazenamento de produtos diversos), em relação ao projeto de incêndio originalmente aprovado pelo Corpo de Bombeiros, faz-se necessário convocar o Engenheiro de Segurança responsável pela elaboração e implantação do seu projeto de incêndio, para que ele faça uma nova Análise de Riscos e te apresente as medidas de controle cabíveis, além da necessidade de se atualizar ou não o projeto de incêndio original.

Vamos combater o COVID-19 mas com segurança!

Everton Alves e Ricardo Zamith - BRASIL RESGATE | LAZABRASIL

#brasilresgate


Dia Internacional do Bombeiro - Brasil Resgate


Brasil Resgate | Lazabrasil em SÃO PAULO - SP


Contrata-se Vigilante Patrimonial e Bombeiro Civil para São Paulo


Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada


Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada

Agradecimento aos nossos empregados

Bom dia Senhores Bombeiros, Vigilantes, Recepcionistas, e TODOS os demais empregados do Grupo Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada;

Venho agradecer todo esforço extraordinário que está sendo empregado por cada um de vocês individualmente e no coletivo, em meio a esta crise de saúde mundial, que é o COVID-19, que ainda deve perdurar por alguns meses, afetando a saúde das pessoas, mas também a economia e a sociedade como um todo.

Neste momento é fundamental mantermos a calma e o raciocínio de "TODOS a nossa volta", para que possamos seguir com nossas vidas de maneira organizada e segura, procurando contribuir ao máximo com a prevenção contra o COVID-19, e a manutenção da ordem da sociedade.

Como todos sabem, o serviço que prestamos é considerado ESSENCIAL, e assim como alguns outros serviços, NÃO PODE PARAR! Se todos pararem, haverá uma morte súbita na economia, e quando essa crise passar é possível que muitos não consigam se reconstruir.

Assim, peço a vocês que continuem os seus trabalhos com carinho e atenção, mesmo nas situações mais adversas, pois nós somos sim ESSENCIAIS, e precisamos continuar convergindo e entregando diariamente Qualidade, Segurança e Prevenção.

*Após o trabalho, procurem ir para suas casas, se higienizarem assim que chegarem, informar e cuidar dos seus familiares, e se possível evitem sair de casa!

CUIDEM-SE!!

Desejo a TODOS vocês Calma, Serenidade e Força.

Forte abraço;

RICARDO ZAMITH - Diretor de Operações

Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada


Brasil Resgate | Lazabrasil Segurança Privada


Contrata-se Vigilante Patrimonial para São Paulo - SP


Paulo Bomfim, membro da Academia Paulista de Letras

Eu te amo São Paulo

"Eu te amo São Paulo, em teu mistério de chão antigo, em teu delírio de cidades novas; e porque teus cafezais correm por meu sangue e tuas indústrias aquecem o ritmo de meus músculos; pela saga de meus mortos que vêm voltando lá do sertão, pela presença dos que partiram, pela esperança dos que vêm vindo – eu te amo São Paulo!

Em teu passado em mim presente, em teus heróis sangrando rumos, em teus mártires santificados pela liberdade, em teus poetas e em teu povo de tantas raças, tão brasileiro e universal – eu te amo São Paulo!

Pela rosa dos ventos do sertão, pelas fazendas avoengas, pelas cidades ancestrais, pelas ruas da infância, pelos caminhos do amor – eu te amo São Paulo!

Na hora das traições, quando tantos se erguem contra ti, no instante das emboscadas, quando novos punhais se voltam contra teu destino – eu te amo São Paulo!

Pelo crime de seres bom, pelo pecado de tua grandeza, pela loucura de teu progresso, pela chama de tua história – eu te amo São Paulo!

Desfazendo-me em terra roxa, transformando-me em terra rubra, despencando nas corredeiras do meu Tietê, rolando manso nas águas santas do Paraíba, vivendo em pedra o meu destino nos contrafortes da Mantiqueira, salgando pranto, dor e alegria na areia branca de nossas praias, na marcha firme dos cafezais, nas lanças verdes do canavial, no tom neblina deste algodão, na prece de nossos templos, no calor da mocidade, na voz de nossas indústrias, na paz dos que adormeceram – eu te amo São Paulo!

Por isso, enquanto viver, por onde andar, levarei teu nome pulsando forte no coração, e quando esse coração parar bruscamente de bater, que eu retorne à terra donde vim, à terra que me formou, à terra onde meus mortos me esperam há séculos; por epitáfio, escrevam apenas sobre meu silêncio, minha primeira e eterna confissão: – EU TE AMO SÃO PAULO!"


Autor: Paulo Lébeis Bomfim foi um poeta brasileiro, membro da Academia Paulista de Letras (30 de setembro de 1926 - 7 de julho de 2019).

https://paulobomfim.com/literatura/cronicas/eu-te-amo-s%C3%A3o-paulo.html


Contrata-se Bombeiro Civil para São Paulo - SP


coronavirus

O que é e como prevenir o Coronavírus?

INFORMATIVO SOBRE CORONA VÍRUS

O que é Coronavírus?

É uma família de vírus que causam infecções respiratórias, que podem ser brandas ou também mais perigosas, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) ou, a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).

O novo agente do Coronavírus foi descoberto em dezembro de 2019, após casos registrados na China, e está sendo objeto de estudo entre pesquisadores de diversos países. Atualmente, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 14,5 mil casos registrados em 18 países (dados referentes a primeira semana de fevereiro). No Brasil, até 03 de fevereiro de 2020 foram 15 casos suspeitos em investigação.

Qual a diferença entre gripe e Coronavírus?

No início da doença não existe diferença quanto aos sinais e sintomas. Por isso é importante estar atento!

Quais são os sintomas do Coronavírus?

Os sinais e sintomas do novo Coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem também causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os principais sintomas são: I) Febre; II) Tosse e III) Dificuldade para respirar.

Como se transmite o Coronavírus?

A transmissão do Coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: a) Gotículas de saliva; b) Espirro; c) Tosse; d) Catarro; e) Contato pessoal muito próximo; e f) Contato com objetos ou superfícies contaminadas seguidos de contato com boca, olhos ou nariz.

OBS: O vírus pode ficar incubado por 14 dias/duas semanas.


Atendimento médico para eventos de reunião de público

Eventos temporários de reunião de público

Eventos temporários de reunião de público são tratados pela Nota Técnica NT 5-04 do CBMERJ, onde dispõe:

4.10 Eventos temporários de reunião de público é o exercício temporário de atividade econômica, cultural, esportiva, recreativa, musical, artística, expositiva, cívica, comemorativa, social ou religiosa, com ou sem fins lucrativos, que proporcione, em maior ou menor grau, concentração de pessoas, em áreas abertas ou fechadas, em espaço público ou privado, que possua duração até 90 dias.

5.1.1 Todos os eventos temporários que proporcionem reunião de público deverão se regularizar junto ao CBMERJ, através da apresentação dos documentos previstos na NT 1-01 – Procedimentos administrativos para regularização e fiscalização.

5.1.2 Será observado o seguinte critério de classificação dos eventos:

a) eventos de pequeno porte: público até 2.000 pessoas;

b) eventos de médio porte: público entre 2.001 e 20.000 pessoas;

c) eventos de grande porte: público a partir de 20.001 pessoas.

O Dimensionamento da Brigada de Incêndio Profissional leva em consideração, entre outros aspectos, a área total construída (ATC), conforme Tabela 1, do item 6.1.6:

ATC - Edificação permanente | Estrutura temporária

Até 200 m² - Isento | Isento

De 201 à 500 m² - Isento | 02 BC

De 501 à 2.500 m² - 02 BC | 04 BC

a) para os eventos que excedam a ATC informada na tabela acima, deve se adotar 01 BC para cada 2.500 m² de ATC acrescida.

b) os valores da Tabela 01 serão aplicados somente para edificações ou estruturas temporárias térreas;

c) no caso de edificações e/ou estruturas com mais de 01 pavimento, a distância máxima percorrida pelo bombeiro civil não poderá ser superior a 30 m;

d)... 

Atendimento médico para eventos de reunião de público é previsto na Nota Técnica NT 5-05 do CBMERJ, onde dispõe:

1 OBJETIVO desta NT: Fornecer diretrizes no que se refere à análise pela Diretoria de Socorro de Emergência (DSE), do CBMERJ, para Planejamento Médico dos Eventos Especiais e a autorização para emissão da Certidão de Anotação de Responsabilidade Técnica (CART) pelo CREMERJ em eventos com estimativa de público igual ou superior a 1.000 pessoas.

2 APLICAÇÃO desta NT: aplica-se a todos os eventos organizados por qualquer pessoa, física ou jurídica, de direito publico ou privado, realizados em locais abertos ou fechados, sob a administração pública ou privada, com entrada paga ou não, com implantação de equipamentos e/ou montagem de estruturas provisórias ou cenografias, para realização de evento que reúnam um público igual ou superior a 1.000 pessoas.

4.7 Evento especial: aglomeração pré-programada de público igual ou superior a mil pessoas, reunidos para atividades de qualquer natureza, tais como artísticas, religiosas, esportivas, festividades de fim de ano, espetáculos musicais, convenções, exposições, etc.

4.14 Maqueiro: indivíduo capacitado a realizar suporte básico de vida e transporte (dentro da área de concentração de público do evento) de pessoas apresentando urgências médicas que estejam impossibilitadas de deambular, sem auxílio, até o posto médico.

4.16 Planejamento Médico para Eventos Especiais (PMEE): projeto apresentado pela organização do evento constando os recursos humanos e materiais para o atendimento e remoção das urgências e emergências médicas, dimensionados para o quantitativo do público e para as características do evento.

4.20 Relatório Operacional de Eventos (ROPE): documento preenchido pelo organizador ao final do evento, que contém todos os atendimentos e remoções registrados em formulário próprio, que deverá ser entregue na sede da DSE, até o 15º dia, pós evento.

5.1.1 Todo o evento que proporcione reunião de público igual ou superior a 1 mil pessoas, deverá solicitar a aprovação do Projeto de Atendimento Médico, junto a DSE, através de um representante devidamente credenciado da empresa de assistência médica prestadora do serviço.

5.1.4.1 Deverá ser disponibilizado um quantitativo mínimo de 01 dupla de maqueiros para cada 2.000 ou fração que exceda à 1.000 pessoas de público estimado.

5.1.5 A organização deverá disponibilizar padiolas, cadeiras de rodas e pranchas longas em quantidade suficiente para atender a demanda do evento bem como o material de proteção individual (luvas descartáveis e óculos de proteção) para os maqueiros.

ANEXO C – TABELA DE DIMENSIONAMENTO DE RECURSOS DOS POSTOS MÉDICOS:

Público / Postos / Macas / Médicos / Enfermeiros / Técnicos de enfermagem /Ambulância tipo D / Ambulância tipo B

1.000 Até 4.999 / 01 / 02 / 01 / 01 / 01 / 01 / 00

*ver dimensionamento para outros públicos na NT 5-05 CBMERJ.


Teatro Vannucci Bombeiro Rafa


Contrata-se PCD para Recepcionista


NR 33 - Treinamento de Espaço Confinado


Simulado de Desocupação - Condomínio Visconde de Inhaúma Corporate - CBRE


Brigadistas Voluntários do Colégio Santo Inácio - Rio de Janeiro


Plano de Emergência do Condomínio O2 Corporate e Offices

Plano de Emergência do Condomínio O2 Corporate e Offices

O Condomínio O2 Corporate e Offices - CBRE concluiu com sucesso no último dia 24/10 a atualização e implantação do Plano de Emergência Contra Incêndio 2019, finalizando a sequência de exercícios simulados de abandono de área realizados com o Grupo BRASIL RESGATE | LAZABRASIL Segurança Privada.

Localizado em uma das áreas mais valorizadas da Barra da Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro, o O2 Corporate e Offices é um centro empresarial de alto padrão, com 70.000 m² de terreno, composto por 09 prédios, cada um com suas particularidades, funcionando 24 horas por dia / 365 dias do ano.

Visando uma boa preparação para as equipes de prevenção e resposta às emergências locais, bem como a integração da população fixa e flutuante do Condomínio aos procedimentos previstos no Plano de Emergência Contra Incêndio, foram realizados ao todo 08 exercícios simulados de abandono de área, com adesão de um público aproximado de 850 pessoas e um tempo médio de abandono de 10 minutos.

Entre os principais pontos positivos avaliados nos eventos, observamos um Coordenador de Brigada Local bem ativo e com conhecimento dos processos previstos no Plano de Emergência, além de uma Brigada Voluntária de Incêndio predial Nota 10, que atuou precisamente de acordo com as ações passadas nos treinamentos e briefings, e conseguiu orientar a população participante dos simulados de forma eficiente e segura.

O2 e CBRE, temos orgulho em trabalhar com vocês e Parabéns pela Cultura de Segurança!

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Treinamento de Brigadistas Voluntários


Decreto 42, de 17/12/2018 - Novo COSCIP Cbmerj


Contrata-se PCD para Bombeiro Civil


Plano de Emergência e Simulado de Escape


Ambev Direção Defensiva


Treinamento de Brigadistas Voluntários


Liberdade e Segurança

Liberdade e Segurança

O presente artigo tem por objectivo apresentar os diferentes significados dos termos "liberdade" e "segurança", mas também identificar em que circunstâncias eles se confrontam, ou se completam, além de, por fim, questionar se é possível aumentar a liberdade e ainda assim garantir a segurança.

Desta forma, vamos ao entendimento dos termos "liberdade" e "segurança"; onde no dicionário infopedia.pt encontra-se as seguintes definições:

"LIBERDADE"

Condição do ser que pode agir consoante as leis da sua natureza; direito que qualquer cidadão tem de agir sem coerção ou impedimento, segundo a sua vontade, desde que dentro dos limites da lei; livre arbítrio; estado de quem não está preso, detido ou em cativeiro.

Em filosofia é a capacidade própria do ser humano de escolher de forma autónoma, segundo motivos definidos pela sua consciência.

A liberdade de consciência é o direito de professar as opiniões religiosas e políticas que se julgarem verdadeiras.

A liberdade individual é a garantia que todos os cidadãos têm de não serem impedidos do exercício dos seus direitos, excepto nos casos determinados pela lei.

"SEGURANÇA"

Ato ou efeito de segurar; confiança; certificação; tranquilidade de espírito; caução; garantia; firmeza; certeza; convicção; amparo; afirmação; corpo de vigilância e protecção contra possíveis atentados ou ataques a uma instituição ou personalidade.

Numa visão ainda mais ampla, é possível citar a Declaração Universal dos Direitos Humanos; que dispõe em seu Artigo 2.º: "Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania."

Já o Artigo 3.º taxa: "Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal."

Noutra forma, quando fala-se no tema SEGURANÇA PRIVADA; Controlo de Acesso, Protecção de Bens, Informações e Pessoas, os termos "liberdade" e "segurança" tendem a estar em lados opostos da balança, uma vez que quanto mais planeamento e estrutura de segurança você prevê para uma instalação, ou pessoas e famílias (no caso de protecção pessoal), a consequência costuma ser a restrição de liberdade.

Deste modo é possível citar como exemplo uma simples casa residencial, cituada num lugar calmo, onde hipoteticamente não se tem muros, ou se quer portas, que impeçam outras pessoas de se aproximar, observar, ou mesmo entrar quando assim bem entenderem. Embora esteja-se em uma propriedade privada, com uma placa onde diga "Propriedade privada", e sabe-se que, por isso, não é permitido o acesso à pessoas não autorizadas; contudo na prática há a possibilidade de alguém entrar, fazer o que não deve, e até sair levando consigo algo que não deveria. 

Pergunta-se; será que esta sensação de liberdade plena é razoável no ambiente de uma cidade grande?

Por outro lado, veja o exemplo de um simples condomínio de casas residenciais na cidade do Rio de Janeiro, onde em um contexto pouco seguro, estas aproximadamente 15 casas próximas, precisam estar cercadas por um grande muro com 5 metros de altura, reforçado por concertina (tipo arame farpado aspiral), adicionado a linha de choque eléctrico, sensores de movimento, sistema de videovigilância, e etc. Nos dois portões de acesso ao condomínio, em cada um, há um posto de serviço com cabine blindada, 4 vigilantes armados 24 horas, 1 viatura operacional parada do lado de fora, com giroflex ligado, e uma grande placa na frente da portaria onde diz "ATENÇÃO, área protegida por segurança privada, acenda a luz no interior do veículo e não ultrapasse a área de segurança sem ser autorizado". Pergunta-se, com todo este aparato de segurança é possível o morador se sentir plenamente seguro?

Como falado, dentro do tema SEGURANÇA PRIVADA, em via de regra os termos "liberdade" e "segurança" tendem a aparecer em lados opostos da balança, e cabe ao Diretor de Segurança responsável pela operação local, identificar a melhor graduação destes dois termos, quando se faz o planeamento e gestão permanente de segurança de um ambiente ou de pessoas.

Isto posto, propõe-se a seguinte reflexão:

É possível aumentar a liberdade e ainda assim garantir a segurança?

Para auxiliar esta reflexão, proponho a experiência de uma pessoa que sai do Brasil, indo morar em Portugal, num ambiente onde se planeia de forma menos robusta a estrutura e operação de segurança para a protecção de bens e pessoas, mas ainda assim, é garantida mais sensação de liber


LEI Nº 13.722, DE 4 DE OUTUBRO DE 2018

Lei 13.722 - Capacitação em primeiros socorros

Lei Federal 13.722, de 04.10.2018, torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados de educação básica e de estabelecimentos de recreação infantil.

Os cursos de primeiros socorros têm por objetivo capacitar os professores e funcionários para identificar e agir preventivamente em situações de emergência e urgência médicas, até que o suporte médico especializado, local ou remoto, se torne possível.

Conforme o Art. 3, são os estabelecimentos de ensino obrigados a afixar em local visível a certificação que comprove a realização da capacitação de que trata esta Lei e o nome dos profissionais capacitados.

O não cumprimento das disposições desta Lei implicará em:

I - notificação de descumprimento da Lei;

II - multa, aplicada em dobro em caso de reincidência; ou

III - em caso de nova reincidência, a cassação do alvará de funcionamento ou da autorização concedida pelo órgão de educação, quando se tratar de creche ou estabelecimento particular de ensino ou de recreação, ou a responsabilização patrimonial do agente público, quando se tratar de creche ou estabelecimento público.

Muito além da imposição desta Lei, fica a oportunidade dos estabelecimento de ensino se organizarem para atender de forma menos improvisada, cada vez que uma criança, ou outra pessoa, se acidenta no interior da escola.

Primeiros socorros é melhor você saber e nunca precisar, do que um dia precisar e não saber.

BRASIL RESGATE


Vigilante Líder NOTA 10


Lei Estadual 8376 - 2019, Obriga Bombeiros Civis em instalações desportivas com alojamento


MDX Barra Medical Center - Simulado de Escape 2019


LazaBrasil Segurança Privada - Vigilante Líder


Brigada de Incêndio Profissional - BRASIL RESGATE


Grupo Brasil Resgate | LazaBrasil


50% extintores de incêndio na recarga é possível?

Qual quantidade mínima de extintores de incêndio deixar na edificação no período da recarga?

Brasil Resgate INFORMA - Quando envio meus extintores de incêndio para recarga, posso ficar com 50% da quantidade total na edificação; ou qual é a porcentagem mínima que devo deixar de cobertura para atender a legislação vigente?

De acordo com a legislação e normatização atuais, não existe qualquer fundamento que autorize a "famosa recomendação" de se manter a quantidade mínima de 50% dos extintores de incêndio da edificação como cobertura garantida durante o período de recarga destes.

Essa informação é um mito que foi se espalhando amplamente, mas que não possui embasamento legal.

A quantidade mínima de extintores de incêndio que a sua planta deve possuir em todo tempo, é a estabelecida no seu L.E. - Laudo de Exigências do CBMERJ - Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Por tanto, na hora de realizar a manutenção dos seus extintores, faça uma boa pesquisa de mercado e procure identificar empresas que te forneçam a maior cobertura possível de extintores enviados para manutenção (100%), ou veja o quantitativo máximo de cobertura que a empresa poderá te fornecer, e envie para manutenção apenas a mesma quantidade de extintores deixadas pelo fornecedor como cobertura. Assim você estará sempre com 100% dos extintores exigidos pelo CBMERJ para sua planta.

Talvez algumas empresas de manutenção de extintor não tenham uma quantidade de cobertura suficiente (100%) para fornecer ao seu empreendimento, contudo, dividindo o total em dois ou mais períodos de manutenção, e organizando bem essa logística, é possível fazer o serviço e ainda manter seu prédio seguro e dentro da lei.

Fique atendo, e não se descuide na segurança contra incêndio da sua edificação.

Vigilante Patrimonial


NBR 14276 - Treinamento de Brigada de Incêndio Voluntária


NBR 15219 - Plano de Emergência Contra Incêndio


Resolução SEDEC 31 - Formação de Brigada Voluntária


Bombeiro Nota 10


NR23 - Treinamento de Brigada de Incêndio Voluntária


NR33 - Segurança para Trabalhadores e Vigias de Espaços Confinados


NR11 - Curso de Segurança para Operadores de Empilhadeira


NR33 - Treinamento de Supervisor de Espaços Confinados


Dia das crianças na Loreal Brasil


Plano de Emergência e Simulado de Escape


Brigada Voluntária de Incêndio


Brigada Voluntária de Incêndio


Reciclagem de Brigada Voluntária de Incêndio


Primeiros Socorros a Distância


Brigadas Voluntárias


Bombeiro Nota 10


Prevenção de Incêndio em Hospitais


RCP - Reanimação Cardiopulmonar


Brigada Voluntária de Incêndio


NR33 Reciclagem Supervisor de Espaço Confinado


Brigada Voluntária de Incêndio


Plano de Escape e Simulado


Simulado de Desocupação de Emergência


Time Brasil Resgate


Trabalhos em Altura - NR 35


Simulado de Incêndio


Simulado de Abandono de Área


Legislação de Incêndio no Rio de Janeiro

Quais são os documentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro?

Brasil Resgate - Você sabe quais são os documentos que todas as edificações construídas no Estado do Rio de Janeiro devem possuir?

Se não sabe, vamos explicar os principais documentos, para que você possa localizar e manter o arquivo da sua edificação atualizado.


Iniciaremos pelo primeiro documento que toda edificação deve possuir (seja um prédio inteiro ou apenas uma sala comercial, ou mesmo uma loja dentro de um shopping), esse documento se chama LAUDO DE EXIGÊNCIAS - LE.


Este documento deve ser obtido antes da fase de construção da edificação (ou montagem do espaço, no caso de salas ou lojas). Ele serve para dizer quais equipamentos de proteção contra incêndio e pânico devem existir no seu estabelecimento, como por exemplo, extintores de incêndio, abrigos de mangeira, saídas de emergência, etc., dentre outras exigências que estão previstas no Decreto nº 897, de 21 de setembro de 1976, COSCIP Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico.


O Laudo de Exigências tem duas maneiras de ser apresentadas; Laudo de Exigências do tipo projeto (o chamado laudo “P”) e, Laudo de Exigências do tipo vistoria (o chamado laudo “V”). A grande diferença entre eles é que o Laudo “P” possui um jogo de plantas que deverá estar em anexo.


Se você compreendeu o seu Laudo de Exigências, agora iremos falar sobre o documento que dá validade a este Laudo, isso mesmo: validade!! É o CERTIFICADO DE APROVAÇÃO - CAO Laudo de Exigências sem o Certificado de Aprovação é praticamente inválido.


O Certificado de Aprovação nada mais é do que, por documento o Corpo de Bombeiros comprovando formalmente, que todos os itens previstos no Laudo de Exigências foram cumpridos.

Por exemplo, se em seu Laudo pede um extintor de CO2 - 06kg, no momento da sua solicitação para o CA - Certificado de Aprovação, este extintor deverá estar em seu estabelecimento, e todas as respectivas documentações serem apresentadas, para que seu CA seja emitido.


saída de emergência